Eu sou frágil, sou, frágil como vidro, como cristal; as palavras me lascam e me tiram mais um pedaço do meu brilho, da minha alegria; sou quebrada com as coisas que julgam mais banais e mais sem importância mas que para mim, significam tudo.
Essas pequenas lascas acertam diretamente no coração, e é uma dor sufocante, uma dor imensa, como se de verdade sentisse o meu coração a ser cortado lentamente, a ser congelado como acontece com o vento frio quando bate na cara, e depois golpeado.
Certas palavras, certas atitudes, partem-me o coração.
25-04-2012, JS.
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